As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que essas enfermidades matam cerca de 17,7 milhões de pessoas todos os anos. No Brasil, não é diferente. Anualmente, mais de 300 mil brasileiros morrem vítimas dessas doenças, sendo que muitas delas poderiam ter sido evitadas ou tratadas.
Tabagismo, colesterol alto, hipertensão, obesidade, estresse, uso excessivo de álcool, história familiar de infarto e diabetes são os principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares. E mais: algumas doenças cardiológicas não apresentam sintomas, como explica a médica cardiologista Cibele Gontijo Lopes, integrante da equipe CDI Medicina Diagnóstica. Segundo ela, os sinais de alerta podem surgir apenas nas fases críticas.
Daí a importância da realização periódica do check-up cardiológico. “Ele auxilia na avaliação e controle dos fatores de risco e é realizado pelo cardiologista”, ressaltou a médica. Por meio da avaliação da história clínica, exames laboratoriais, teste ergométrico ou de esforço e exames de imagem, o médico especialista pode orientar sobre a prevenção das doenças e prescrever o melhor tratamento para cada paciente.
“O cardiologista pode aprofundar a avaliação de acordo com cada paciente, solicitando exames, como ecocardiograma, doppler vascular, MAPA, Holter, cintilografia de perfusão miocárdica, angiotomografia das artérias coronárias e ressonância cardíaca”, acrescentou Cibele Gontijo Lopes.
O check-up cardiológico anual deve começar a ser feito por volta dos 40 anos de idade, aproximadamente, no caso de indivíduos saudáveis. Quando há histórico familiar de doença do coração, obesidade, hipertensão, colesterol alto, diabetes ou outro fator de risco, a primeira consulta deve ser adiantada.
“O coração é a peça-chave para a saúde e qualidade de vida e, considerando que as doenças cardíacas têm maior chance de cura quando detectadas precocemente, os principais motivos para o check-up cardiológico são: detectar e controlar os fatores de risco; diagnosticar precocemente e fazer o tratamento adequado; não agravar as doenças pré-existentes; entender os sinais de alerta em situações graves e adotar hábitos de vida saudáveis de maneira segura”, resumiu a cardiologista.
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