A 2ª fase da Operação Rédea Curta da Polícia federal em Goiás foi deflagrada com objetivo de combater lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas. No total, dois mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Jaraguá e Goianésia, além do sequestro de bens dos investigados.

O principal alvo foi preso em 2016, durante a Operação Cavalo Doido, também da PF. De acordo com as investigações, na época um grupo ligado ao tráfico internacional de drogas, do qual o investigado fazia parte, foi desarticulado e 27 pessoas foram detidas. A polícia afirmou que o grupo comprava drogas no Paraguai para revender em Goiás, Pará, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul com suspeita de movimentação de mais de R$ 1 bilhão.

Um dos investigados foi condenado a 23 anos de prisão por associação ao tráfico e por tráfico internacional de drogas. No final de 2021, progrediu para o regime semiaberto. Investigações apontam que logo que deixou o sistema prisional, o investigado passou a adquirir bens com dinheiro do crime, registrando em nome de terceiros. Entre as aquisições estaria um rancho destinado ao treinamento de cavalos, na cidade de Jaraguá que teria custado R$ 400 mil e foi registrado em nome de um terceiro. O imóvel foi vendido em dezembro de 2022 pela metade do preço, mas o dinheiro teria sido entregue em espécie.

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FONTE/CRÉDITOS: Da redação