Três anos depois da primeira morte por covid-19, em janeiro de 2020, a China enfrenta uma onda da variante Omicron sem precedentes. Os crematórios estão lotados e profissionais sendo contratados às pressas para cuidar dos cadáveres.

O número oficial de mortos pela doença continua baixo, já que o governo chinês optou por não publicar estatísticas sobre o assunto. Segundo dados oficiais, apenas 37 mortes relacionadas à Covid foram registradas na China desde o mês passado, em uma população de 1,4 bilhão de habitantes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou esta nova definição chinesa de morte por Covid na semana passada, considerando-a “muito limitada”.  Agências funerárias contratam extras e pacientes positivos em estado crítico lotam os pronto-socorros e UTIs de hospitais.  

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FONTE/CRÉDITOS: Da redação