A poucos dias de deixar a presidência da República, Jair Bolsonaro (PL) trabalha em silêncio para nomear aliados em cargos estratégicos antes do fim de sua gestão. No Diário Oficial da União consta publicação de pelo menos 42 nomeações que vão de comissões e conselhos a diplomatas, adidos e militares. Algumas delas são renováveis e não podem ser desfeitas.

As mais recentes são a nomeação do diretor-geral da Polícia Federal, Márcio Nunes de Oliveira, para a função de adido policial federal na Embaixada do Brasil em Madri, na Espanha, pelo prazo de três anos. O Conselho Nacional de Educação teve nove integrantes nomeados com mandados de quatro anos.

Luís Inácio Lula da Silva só poderá desfazer as trocas em alguns casos, como nos cargos militares e relacionados ao Ministério de Relações Exteriores menos no diretor-geral da Junta Interamericana de Defesa pelo prazo de dois anos.

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O presidente eleito também não poderá desfazer as trocas na Comissão de Ética nem no CNE. Nos cargos com prazo estabelecido, a substituição só ocorre com justificativa plausível ou por vontade do servidor.

 

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FONTE/CRÉDITOS: Da redação