O grupo CDI, responsável pelas Clínicas CDI Diagnósticos em Cardiologia; CDI Diagnósticos Angiotomográficos e Nuclear CDI, em Goiânia, divulgou nota sobre a morte de uma psicóloga durante um exame de ressonância magnética, em Goiânia.
“É com muita tristeza que recebemos a notícia da morte da jovem Bruna Nunes de Faria, paciente que realizava exame de ressonância magnética. Nos solidarizamos com a família e amigos, lamentamos profundamente e esperamos que a causa do óbito seja esclarecida de forma rápida e efetiva, com apuração pelos órgãos competentes.”
A nota explica que há dois grupos que operam sob o nome CDI e que estão em fase de separação judicial há dois anos e que o exame de imagem foi realizado por outro grupo que atua com nome CDI. Apesar da mesma localização, eles ressaltam que os exames, equipamentos, médicos e colaboradores são distintos.
O documento foi assinado pelo médico Luiz Rassi e a médica Colandy Nunes Dourado, responsáveis pelas Clínicas CDI Diagnósticos em Cardiologia; CDI Diagnósticos Angiotomográficos e Nuclear CDI.
Entenda o caso - A psicóloga Bruna Nunes de Faria, de 27 anos, morreu depois de passar mal durante a realização de um exame com uso de contraste no Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), da avenida Portugal, em Goiânia. A família registrou boletim de ocorrência e aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML). A família suspeita de negligência médica.