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Depois de Marconi Perillo (PSDB), que ficou em segundo lugar questionar a eleição de Wilder Morais (PL) para o Senado, agora é a vez de Alexandre Baldy (PP), que ficou em quarto lugar no pleito. O PP propôs ação contra a eleição do senador Wilder por supostas irregularidades na prestação de contas, com pedido de cassação da eleição e convocação de nova eleição.
As duas ações são parecidas. O que chama a atenção é que a campanha de Wilder Morais já foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O senador já foi diplomado. O candidato derrotado quer mídia e atenção? Quer ganhar alguma força política com isso? Lembremos que a litigância de má fé é a conduta de alguém que age de forma intencionalmente fraudulenta, desonesta ou desleal durante um processo judicial.
Isso pode incluir fazer afirmações falsas ou enganosas. A litigância de má fé é considerada uma violação grave das normas éticas do mundo jurídico e pode resultar em sanções civis ou criminais para aqueles que são encontrados culpados de tal comportamento.
A assessoria do senador Wilder Morais esclarece que a prestação de contas foi devidamente avaliada pela justiça eleitoral e aprovada. As manifestações contrárias dos candidatos que não obtiveram o número de votos necessário para se elegerem é uma tentativa de cercear o direito de 799.022 eleitores que fizeram a sua escolha democrática. Esse comportamento da velha política é repreensível e está em desacordo com as expectativas das pessoas acerca dos seus representantes.
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